quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Desemprego no Brasil vai cair em 2019 e 2020, diz Organização Internacional do Trabalho (OIT)

As taxas de desemprego no Brasil vão cair em 2019 e 2020. Mas o avanço na criação de postos de trabalho será lento e o país corre o risco de ter de esperar “anos” até ver as taxas retornarem para níveis registrados antes da recessão. O índice brasileiro de desemprego é ainda mais de duas vezes superior à média mundial, de cerca de 5% em 2019.

A avaliação é da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que, em seu informe anual, aponta para uma taxa de desemprego no Brasil de 12,5% ao final de 2018. Para 2019, o índice pode cair para 12,2% e, em 2020, essa taxa seria de 11,7%.

De acordo com a OIT, a queda na taxa de desemprego está ligada à recuperação da economia. Em 2018, a expansão foi de apenas 0,7%. Mas a perspectiva da entidade é de que o crescimento seja de 2,4% em 2019.

Em números absolutos, o total de brasileiros desempregados passará de 13,5 milhões de pessoas em 2017 para 13,3 milhões ao final de 2018. Para 2019, o total chegará a 13,1 milhões e, em 2020, o número serra de 12,7 milhões.

Apesar da queda, o departamento de pesquisa da OIT estima que um retorno a taxas de 7% de desemprego no Brasil não ocorrerá no curto prazo. O índice havia sido registrado antes de 2014.

Para que esse número tenha uma melhora mais rápida, um forte aumento de demanda teria de ser registrado na economia nacional. A OIT tampouco acredita que, de imediato, a reforma trabalhista possa dar um impulso e seus resultados teriam de ser aguardados para os próximos anos.

As taxas brasileiras, mesmo sofrendo uma queda, continuam entre as mais elevadas do G-20, o grupo que reúne as maiores economias do mundo. No México, o desemprego deve ser de 3,4% em 2019, contra 3,9% nos EUA e 6,1% no Canadá. No Japão, o índice será de 2,4% contra 3,7% na Coreia.

De acordo com a OIT, a Austrália deve fechar o ano com uma taxa de 5,3%, contra 4,4% na Indonésia, 3,2% na Alemanha, 3,8% no Reino Unido e 4,5% na Rússia. França, Itália e Turquia contam com taxas de desemprego que variam entre 9% e 11%. Mas, mesmo assim, abaixo da média brasileira dos últimos anos.

No geral, a OIT estima que 172 milhões de pessoas estavam desempregadas ao final de 2018, o equivalente a uma taxa de 5%. Essa é a primeira vez que, desde a eclosão da crise financeira em 2008, os níveis globais retornaram para o patamar de 5%. Para 2019 e 2020, a previsão é de que a taxa fique inalterada.
Estadão

Após passar 17 dias no hospital, Bolsonaro tem alta e deixa Albert Einstein

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu alta e deixou o Hospital Albert Eintein , em São Paulo, no início da tarde desta quarta-feira, 13 (horário de Brasília) depois de 17 dias de internação para fazer a operação de retirada da bolsa de colostomia e o religamento do sistema intestinal.
O presidente seguiu de carro até o aeroporto de Congonhas e, então, embarca para Brasília.
Minutos depois de ter saído do hospital, a equipe médica divulgou um boletim com um histórico da internação de Bolsonaro. Ele deixa a unidade com quadro pulmonar “normalizado” e função intestinal “restabelecida”. Bolsonaro teve um quadro de pneumonia na semana passada.
“Recebeu alta nesta manhã com o quadro pulmonar normalizado, sem dor, afebril, com função intestinal restabelecida e dieta leve por via oral”, finaliza o boletim assinado por Antônio Luiz Macedo, cirurgião e médico gastroenterologista.
“O presidente acordou animado, disposto e naturalmente ansioso para retornar a sua casa”, disse o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, informando que o presidente não tem previsão de compromisso em Brasília.
Saída estratégica
O esquema de segurança no hospital foi reforçado para a saída do presidente do local. Policiais da Rota e do Exército, além de bombeiros, posicionados em uma das garagens do hospital, em São Paulo.
Batedores da polícia do Exército, policiais militares, bombeiros e funcionários do Samu também foram acionados.
Bolsonaro estava internado desde o último dia 27. A permanência dele no hospital foi além das expectativas iniciais porque após a cirurgia ele teve pneumonia e precisou ser submetido a um tratamento com antibióticos.
O retorno ao trabalho deverá ser aos poucos, segundo recomendação médica. Bolsonaro terá que evitar viagens longas e manter uma dieta controlada pelos próximos dias. 
O Globo e Valor

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

MP quer policiais militares fora da guarda dos presídios do RN

O Ministério Público do Estado quer que os policiais militares que atualmente trabalham na guarda interna e externa dos presídios do Rio Grande do Norte deixem a função e sejam substituídos por agentes penitenciários. Um inquérito civil sobre o assunto foi aberto pelo promotor Wendell Beetoven Ribeiro Agra, da 19ª Promotoria de Justiça de Natal. O secretário de Segurança do RN, coronel Francisco Araújo afirma que o “ajustamento” será feito.
Atualmente, segundo ele, há entre 400 e 500 militares exercendo esse tipo de função e uma companhia da PM voltada exclusivamente para a guarda de presídios potiguares. De acordo com o promotor, entretanto, isso pode ser caracterizado como desvio de função, desde que foi criada uma lei estadual que estabelece a guarda como competência dos agentes penitenciários.
Segundo o secretário de Segurança do Estado, coronel Francisco Araújo, já existe um diálogo com o Ministério Público para que a mudança aconteça, mas ele não estabeleceu prazo para isso. “A Polícia Militar vai deixar essas funções conforme os agentes penitenciários assumam essas atividades”, ponderou. O G1 procurou a assessoria da Secretaria de Justiça e Cidadania, responsável pela administração das penitenciárias, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.
“Antes não havia uma carreira de agente penitenciário no estado. Com a instituição da lei complementar 566 de 2016, a competência pela guarda integral do presídio ficou com os agentes. Essa não é atribuição constitucional dos policiais militares”, declarou o promotor ao G1.

Gás de cozinha fica mais caro nas refinarias nesta terça

A partir de amanhã (5), o botijão de até 13 quilos de gás liquefeito de petróleo (GLP) residencial ficará mais caro. O novo preço médio do produto, anunciado hoje pela Petrobras, será de R$ 25,33. No último ajuste, feito em novembro do ano passado, o preço determinado foi de R$ 25,07. O produto tem reajustes trimestrais.
O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou, em nota, que o reajuste vai variar entre 0,5% e 1,4%, de acordo com o polo de suprimento. O Sindigás calcula que o valor do GLP empresarial está 13,4% acima do GLP para embalagens até 13 quilos.

Styvenson se filia ao “Podemos”, de Antônio Jácome

O senador Capitão Styvenson Valentim anunciou que agora faz parte do Podemos, partido liderado nacionalmente pelo também senador Álvaro Dias, que se candidatou à Presidência da República em 2018. No Rio Grande do Norte o partido tem como principal expoente o ex-deputado Antônio Jácome, que não conseguiu se eleger senador. Em carta aberta à população, Styvenson apresenta as razões pelas quais optou pela legenda, dizendo que é a que melhor se alinha às suas convicções e que lhe dá liberdade e possibilidade de interação direta com os eleitores.
Segundo a carta, o convite partiu de Álvaro Dias. “Coloquei minhas condições de liberdade, de independência de pensamento, de atos, e meu compromisso com o meu estado. Minhas condições foram aceitas e por isso decidi me aproximar. O partido ainda dispõe de mecanismos para consultar a população em tempo real sobre assuntos importantes, possibilitando a participação social em todos os aspectos”, escreveu o capitão.

Primeiro projeto apresentado na Câmara em 2019 quer declarar Bíblia patrimônio cultural

O primeiro projeto apresentado na nova legislatura que se iniciou nesta segunda-feira (4) na Câmara dos Deputados quer transformar a Bíblia em “Patrimônio Nacional, Cultural e Imaterial do Brasil e da Humanidade”.
A proposta foi apresentada pelo deputado Pastor Sargento Isidorio (Avante-BA) nesta segunda, quando se iniciou o prazo para que projetos e pedidos de criação de CPIs sejam apresentados na Câmara.
Até as 16h50, já haviam sido apresentados na Câmara 64 projetos de lei. A partir deste ano, as propostas que tramitam na Câmara e no Senado terão numeração única, nas duas casas.
No primeiro dia do ano legislativo do mandato passado, em 2 de fevereiro de 2015, os deputados apresentaram 99 propostas – 94 projetos de lei, 4 projetos de lei complementar e um projeto de resolução.

Kelps, Allyson e Cristiane Dantas vão à justiça para obrigar Fátima a pagar atrasados dos servidores

Os deputados Kelps Lima, Allyson Bezerra e Cristiane Dantas, todos do Solidariedade, ingressaram na Justiça com um pedido de liminar para que a governadora Fátima Bezerra (PT) pague os salários atrasados dos funcionários públicos do RN com o dinheiro que já está estocado no caixa do Governo.
Os deputados são representados na ação popular pelo advogado e ex-vice-governador do Estado, Fábio Dantas, e também trabalham no caso os advogados Caio Vitor Barbosa e Jules Queiroz.
A ação popular dos deputados pede a Nulidade de Retenção Dolosa de Proventos de Servidores Ativos e Inativos.
Os deputados informaram à Justiça que o Governo tem salários atrasados desde 2017 e, mesmo assim, está mantendo dinheiro em caixa do Governo sem quitar os vencimentos dos servidores, que estão em desespero com as economias pessoais em frangalhos e vivendo dramas familiares de questão alimentar.
“Os salários têm natureza alimentar e, por força do expresso pelo art. 7º, X, da Constituição Federal, não podem ser retidos dolosamente, seja pelo empregador privado, seja pela Administração Pública. Por isso, sobrepõem-se, quanto à ordem de pagamento, a todos os demais débitos.”, diz um trecho da ação.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Senado suspende sessão e adia para este sábado escolha do presidente da Casa

O Senado suspendeu na noite desta sexta-feira (1º) a sessão que definiria o novo presidente da Casa. Nova sessão foi marcada para a manhã deste sábado (2).
A suspensão foi proposta pelo senador Cid Gomes (PDT-CE) para tentar pôr fim à divergência em torno de quem deveria conduzir a reunião. A proposta foi aprovada em votação simbólica (sem contagem de votos). Houve tumulto durante toda a sessão desta sexta-feira. O primeiro ponto de divergência foi a condução dos trabalhos pelo senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Uma ala defendia que ele não presidisse a sessão por ser candidato a presidente. Outra queria a suspensão da sessão a fim de que os parlamentares chegassem a um acordo sobre quem passaria a conduzir a sessão.
Um ponto de forte embate entre os senadores foi a forma de votação. Um grupo defendia que a votação fosse aberta, enquanto outra ala defendia votação secreta. Alcolumbre, então, colocou a proposta em votação. Por 50 votos a 2 (1 abstenção; 28 não votaram), o plenário optou por votação aberta. Mas houve muita reclamação porque alguns senadores argumentaram que ele não tinha legitimidade para conduzir a votação.

Fátima Bezerra entrega a deputados projeto para antecipar royalties de 2019 a 2022

A governadora Fátima Bezerra (PT) entregou nesta sexta-feira (1º) aos deputados estaduais o primeiro projeto de Lei de seu Plano de Recuperação Fiscal. O projeto solicita aprovação da Assembleia Legislativa para o Governo negociar a antecipação dos royalties do petróleo no período 2019 a 2022.
“Estamos solicitando a antecipação dentro do período da nossa gestão. Também pleiteamos que os deputados autorizem o Governo a negociar com os bancos públicos e com os bancos privados, isto para que possamos obter as melhores condições”, explicou a chefe do Poder Executivo potiguar.

Rodrigo Maia é reeleito presidente da Câmara dos Deputados com 334 votos

Com 334 votos, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi reeleito presidente da Câmara dos Deputados em primeiro turno. O resultado foi bastante comemorado no plenário e Maia se emocionou. Em segundo lugar, ficou Fábio Ramalho (MDB-MG), com 66 votos. Em seguida, Marcelo Freixo (PSOL-RJ), com 50; JHC (PSB-AL), com 30; Marcel van Hattem (Novo-RS), com 23; Ricardo Barros (PP-PR), com quatro; e General Peternelli (PSL-SP), com dois. Foram registrados três votos em brancos.
Essa é a terceira recondução de Maia, 48 anos, ao cargo. Ele foi reeleito presidente da Câmara no período 2017-2019 no dia 2 de fevereiro de 2017, depois de ocupar o cargo por sete meses, a partir de julho de 2016. A reeleição de Maia ao cargo foi possível pela mudança de legislatura. A Constituição e o Regimento Interno da Câmara impedem a recondução de membros da Mesa Diretora na mesma legislatura. O último deputado reeleito em legislaturas diferentes foi Michel Temer (MDB), que ocupou o cargo de presidente da Casa nos biênios de 1997-1999 e 1999 a 2001.
Ao agradecer os votos, Maia disse que irá comandar a votação de reformas no país “de forma pactuada”, com integração de governadores, parlamentares e sociedade.
Rodrigo Maia foi eleito com o apoio do maior bloco parlamentar da legislatura, composto por 301 deputados de 11 partidos. Entre eles, está a a sigla do presidente da República, Jair Bolsonaro, o PSL (52), além de PP (38), PSD (35), MDB (34), PR (33), PRB (30), DEM (29), PSDB (29), PTB (10), PSC (8) e PMN (3).
Com informações Agência Brasil 

Deputados elegem Mesa Diretora da Assembleia Legislativa; Ezequiel comandará a Casa nos próximos quatro anos

Após tomarem posse para a 62ª Legislatura os deputados estaduais escolheram a nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) para o biênio 2019-2020 e em seguida a eleição para o biênio 2021-2022. O deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) foi eleito presidente da ALRN com 23 votos nas duas eleições.
“Quero deixar aqui o meu agradecimento pela confiança dos colegas parlamentares que aqui já estavam e dividir todo o êxito da gestão de quatro anos com os deputados e todos os funcionários desta Casa Legislativa. Meu agradecimento pela confiança dos que aqui chegaram e que vieram com o mesmo propósito dos demais deputados de ser voz de ressonância da sociedade nessa casa plural, representando com responsabilidade, competência e inteligência a voz rouca das ruas. Tenho certeza de que essa legislatura será recheada de novos êxitos e conquistas pelo perfil de cada parlamentar que hoje tomou posse”, disse.
Para o biênio 2019-2020 compõem a mesa: segundo vice-presidente: Vivaldo Costa (PSD); primeiro secretário: Galeno Torquato (PSD); segundo secretário: Raimundo Fernandes (PSDB); terceiro secretário: Albert Dickson (PROS) e quarto secretário: Francisco do PT.
Para o período de 2021-2022 comporão a mesa, além do presidente: primeiro vice-presidente: Galeno Torquato; segundo vice-presidente: Coronel Azevedo (PSL); primeiro secretário: George Soares (PR); segundo secretário: Gustavo Carvalho (PSDB); terceiro secretário, Kleber Rodrigues (Avante) e quarto secretário: Francisco do PT.
Mesa diretora biênio 2019-2020
Presidente – Ezequiel Ferreira (PSDB)
Primeiro vice-presidente – George Soares (PR)
Segundo vice-presidente – Vivaldo Costa (PSD)
Primeiro secretário – Galeno Torquato (PSD)
Segundo secretário – Raimundo Fernandes (PSDB)
Terceiro secretário – Albert Dickson (PROS)
Quarto secretário – Francisco do PT
Mesa Diretora para o biênio 2021-2022
Presidente – Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB)
Primeiro vice-presidente – Galeno Torquato (PSD)
Segundo vice-presidente – Coronel Azevedo (PSL)
Primeiro secretário – George Soares (PR)
Segundo secretário – Gustavo Carvalho (PSDB)
Terceiro secretário – Kleber Rodrigues (AVANTE)
Quarto secretário – Francisco do PT
Fotos: Eduardo Maia e João Gilberto/ALRN

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Nova marca, novo nome...

Para não deixar dúvidas nas cabeças de nossos clientes iremos explicar a mudança do nome da empresa e posteriormente a nova marca, e aqui explicar que a o motivo da mudança se dá devido a uma de nossas concorrentes que atu com o nome parecido com o que havíamos colocado na empresa anteriormente.

E por essa semelhança vinha causando problemas para alguns clientes que confundiam o nome da nossa empresa com o nome da concorrente, então par acabar de vez com essa confusão mudamos nosso nome para NEXUS TELECOM.

Agradecemos a compreensão de todos!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Condenado à prisão perpétua na Itália, Cesare Battisti passou cerca de 40 anos de sua vida em fuga

Cesare Battisti, ex-ativista de esquerda italiano condenado por homicídios e que foi detido no sábado, 12,  na Bolívia, passou cerca de 40 anos de sua vida em fuga quase permanente, com períodos de prisão e lutas político-judiciais para evitar a Justiça do seu país.

Condenado à revelia à prisão perpétua na Itália, Battisti, de 64 anos, passou por México, França e Brasil, onde a Justiça rejeitou em um primeiro momento sua extradição para a Itália para depois autorizá-la.

A Itália quer punir um dos últimos protagonistas dos “anos de chumbo” de violência dos anos 1970.

Battisti, um poliglota de voz suave e conhecido por suas polêmicas, nasceu no sul de Roma em 18 de dezembro de 1954 em uma família comunista, mas também católica, como ele.

Após passar várias vezes pela prisão por crimes comuns, no final dos anos 1970 entrou para a luta armada dentro do grupo Proletários Armados Pelo Comunismo (PAC).

“Tentar mudar a sociedade com as armas é uma estupidez, mas bom, naquela época todo mundo tinha pistolas”, declarou em 2011. “Havia guerrilheiros no mundo inteiro, a Itália vivia uma situação pré-revolucionária”, acrescentou.

Após ser detido em Milão, Battisti foi preso em 1979 e fugiu em 1981. Em 1993, foi condenado à revelia à prisão perpétua por dois homicídios e por cumplicidade em outros dois, cometidos em 1978 e 1979, crimes pelos quais diz ser inocente.

Após passar pelo México, encontrou refúgio na França entre 1990 e 2004, graças à proteção do ex-presidente socialista François Mitterrand, que se comprometeu a não extraditar nenhum militante de extrema esquerda que tivesse renunciado à luta armada.

Assim como uma centena de militantes italianos dos anos 1970, Battisti refez sua vida em Paris.

Trabalhou como vigia em um prédio e começou a escrever e publicar uma dezena de romances policiais com muitos elementos autobiográficos, que abordam temas como a redenção ou o exílio de ex-militantes extremistas.

Em 2004, o governo de Jacques Chirac decidiu pôr fim à “jurisprudência Mitterrand” e extraditá-lo.

Apesar do apoio de várias personalidades, como o romancista Fred Vargas ou o filósofo Bernard-Henri Levy, a Justiça francesa recusou o recurso contra a extradição. Battisti, então, fugiu para o Brasil com uma identidade falsa, segundo ele, com ajuda dos serviços secretos franceses.

Depois de três anos vivendo na clandestinidade, em 2007 foi detido no Rio e ficou quatro anos na prisão, onde fez uma greve de fome porque dizia preferir morrer no Brasil a voltar para a Itália.


“Escrever para não me perder na névoa dos dias intermináveis, repetindo-me que não é verdade. Que não sou eu esse homem que os meios transformaram em monstro e reduziram ao silêncio das sombras”, diz em “Minha fuga sem fim”, livro escrito no cárcere. 
Em 2009, o Supremo Tribunal Federal autorizou sua extradição, mas deixou a decisão final nas mãos do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acaba rejeitando extraditá-lo. Em represália, a Itália chama a consultas seu embaixador em Brasília.

Em junho de 2011, Battisti é libertado e consegue obter a residência permanente no Brasil. Instala-se em Cananeia, litoral sul de São Paulo, onde continua escrevendo e tem um filho.

Mas a Justiça brasileira toma decisões contraditórias. Em 2015, uma juíza da 20ª Vara Federal do Distrito Federal determinou a deportação de Battisti para a Itália. No mesmo ano, ele se casa com a companheira brasileira Joice Lima em um camping de Cananeia.

Dois anos depois, é detido em Corumbá (MS), na fronteira da Bolívia, acusado de querer fugir, e foi mantido monitorado com tornozeleira eletrônica por quatro meses.

Após a eleição, em outubro passado, do presidente de extrema direita Jair Bolsonaro, que prometeu extraditá-lo, Battisti voltou à clandestinidade após 40 anos de fuga até este sábado, quando sua prisão foi anunciada em Santa Cruz de la Sierra, região central da Bolívia. 

Informações Jornal do Brasil

domingo, 13 de janeiro de 2019

Venha cair na folia com muita alegria!

No Bloco Se Num Guenta Bebe Água 2019. Junte a turma e venha fazer parte da maior festa popular do Brasil e garanta a sua diversão na folia de Momo no domingo de carnaval com bloco que conquistou o coração dos foliões Areiabranqunses e da região.

O nosso vai ser assim: 

Orquestra Frevança tocando e cantando as maiores e melhores marchinha de carnaval; e mais, estrutura de som e iluminação, segurança, bebida free, feijoada e churrasco.

Para a criançada teremos brinquedos infláveis, espuma spray, refrigerantes e muito mais.

Valores dos kits:

Adulto - R$ 75,00
Criança - R$ 35,00

Aceitamos os cartões Visa e Master (com acréscimo).

Interessados é só entrar em contato com os nossos representantes pelos fones:

Thiago Daniel - (84) 9.8602-3918
Mirtes Cavalcante - (84) 9.8861-8205
Julia Grazielle - (84) 9.8817-0991
Matteus Souza - (84) 9.9696-5593
Francisca Queiroz - (84)9.8825-0386

Novas sentenças de Lula podem sair até abril

Na mesa da juíza federal Gabriela Hardt – substituta de Sérgio Moro na 13.ª Vara Federal de Curitiba – estão dois processos da Operação Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que podem ter sentenças até abril, quando o petista completa um ano de prisão.
Em caso de condenações, os dois processos que podem, segundo investigadores e advogados, triplicar a pena de prisão de Lula são o da compra de um terreno para o Instituto Lula em São Paulo e de um apartamento em São Bernardo do Campo e o do sítio em Atibaia (SP). Em ambos, o petista é acusado de receber propina de empreiteiras por meio dos imóveis em troca de contratos da Petrobrás.
O caso do terreno deve ser o primeiro a ser julgado. Está concluído para sentença desde 12 de dezembro. A ação do sítio chegou para a juíza substituta na semana passada e pode ser julgada pelo magistrado que ocupará a vaga de titular deixada por Moro.
Investigadores da Lava Jato e advogados que atuam nos processos consideram o acervo de provas dessas ações mais robusto que o da primeira sentença, em que Lula foi condenado por Moro em julho de 2017, no caso do triplex do Guarujá (SP). O então juiz sentenciou o ex-presidente a 9 anos e 6 meses de prisão – posteriormente, a pena foi aumentada na segunda instância para 12 anos e 1 mês.